CDHU inicia projeto de urbanização da Favela Marte com a construção de 239 casas

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Investimento será de R$ 32,2 milhões e ordem de serviço foi assinada pelo presidente da empresa paulista, Silvio Vasconcellos, em Rio Preto



A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), empresa vinculada à Secretaria de Estado da Habitação, iniciou nesta quinta-feira, 17, a construção de 239 casas na Favela Marte, em São José do Rio Preto. A ordem de início de obras, no valor de R$ 32,2 milhões, foi assinada pelo presidente da CDHU, Silvio Vasconcellos, na presença dos moradores da comunidade.

A transformação urbana da Favela Marte é uma parceria da Secretaria da Habitação com o Instituto Gerando Falcões (IGF), a prefeitura de São José do Rio Preto e as secretarias de Desenvolvimento Econômico e o Fundo Social de São Paulo. A iniciativa busca promover moradia digna, geração de renda e desenvolvimento social e digital às famílias beneficiadas.

Serão oito tipos de plantas das casas residenciais diferentes, com um e dois dormitórios, casas térreas e assobradadas, casas com lojas para os comércios já existentes anteriormente no local e que vão continuar garantindo a renda de muitas famílias. No local serão construídos salão de lazer, salas de internet e uma praça da cidadania.

As famílias foram transferidas em junho deste ano para moradias provisórias. Os aluguéis estão sendo pagos pelo Instituto Gerando.  As famílias retornarão após as construções das casas e conclusão de todo o projeto de urbanização.

“Estamos iniciando hoje as obras de edificação do empreendimento composto por três grupos: há o primeiro grupo de terraplenagem, que a Gerando Falcões está fazendo; o segundo grupo compreende a construção das 239 casas, com oito plantas diferentes e tamanhos que variam de 32 m² a 50 m² a cargo da CDHU; e o terceiro grupo é a parte da infraestrutura, que fica por conta da Prefeitura de São José do Rio Preto”, explicou o presidente Silvio Vasconcellos.

Praça da Cidadania

A Secretaria da Habitação também será responsável por apoiar as ações de regularização fundiária da área por meio do Programa Cidade Legal. O Fundo Social levará para o local o Programa Praça da Cidadania, que promoverá ações ligadas aos pilares de Geração de Renda, Desenvolvimento Social e Digital. Serão investidos R$ 4 milhões na implantação da Praça com cursos profissionalizantes e acesso à internet em áreas de lazer para toda a comunidade.

Coube à CDHU ainda apoiar tecnicamente o IGF na contratação dos estudos e projetos técnicos do empreendimento, realizar o cadastramento dos moradores, etapa já finalizada pela área social da companhia, e comercializar as unidades para as famílias beneficiadas de acordo com a política de financiamento do Estado, que prevê juro zero para famílias com renda mensal de até cinco salários mínimos.

Ricardo Macario

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